....as supresas da caixinha....


é filosofal? a mão é biologica

olha o barco. embarca. abarca. a barca. do inverno



de rastos? este blog não este de rastos. de resto.....

Era o sol. por. nascer. é quando nasce o amor. a lua. ainda não está.
só o amor. mais nada. tudo sobra.
alinho o meu sabre.
Sabes?


desfocado
cinzento
flutuante
estático
foda-se




Vão ficando por aqui mesmo. Presas. Presas fáceis. Olho-as. Horas intermináveis. Espero-me. Talvez um dia. Hoje fiquei em casa. Aborrece-me o trabalho. O meu trabalho. A hipocrisia. E deixo-me ficar. As perguntas bailam. Tento descontrair. Não pensar. Ficar assim.


sinto falta do espaço que nunca tive. este é o meu espaço? afinal tenho tantos. perco-me por aí entre becos, esquinas ao virar das mesmas. e o sonho afinal é meu. mas o ser apressado que me persegue nem sequer é. nem sequer foi. nem as sombras do que sou. nem as sobras do que fui. e encosto a cabeça no teu ombro. para quê?


... e levantei a cabeça. Mas, porra o sol estava mais longe do que pensava. As estrelas não vinham. Havia rastos. Nem esses eram meus. Estava só. Como sempre. Não sou daqui. Nem sequer me importo...