escrito por Anônimo 1 comentários
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...pois este blog anda um pouco parado. Aqui vai uma pequena ajuda para começar a agitar eheheh :)))))
escrito por Anônimo 2 comentários
não era breve a paixão nem o lume
que encendeia as montanhas e as emprenha
e se parir um rato a montanha no cume
deixa fogueira acessa que dos braços se fez lenha
fez fogo de passáros agitados na asa
e nós na paixão em sangue que flutua
no ruido sem dó nem ré que ultrapassa
quando deres por isso a minha mão é tua
e toca-lhe devagar que não se parta
toca-lhe com amor com o teu calor
para que amanhã te escreva uma carta
daquelas que poetas chamam de amor
e mesmo que me faça ficar farta
escreverei até impensável limite da dor
escrito por Anônimo 1 comentários
desembrulhas-me os nós
dos dedos
em nós
que vais tocando
que vou sentindo
embrulho-me
em ti
já não está frio
levar-te-ei além
tejo
escrito por Anônimo 0 comentários
Lá anda o beco
de contornos labirinticos
da velha Lisboa
parecem fluorescente
as gaivotas
nocturnas
sigo-as com olhar distante
espero-te ao longe
e tu sabes
sabes que vou
parece-me que também
contas as horas
conta-me histórias
das que tu sabes
deixa-me descansar
em ti
escrito por Anônimo 1 comentários
E depois de todos os esclarecimentos, chegou o já esperado Não. Sem evasivas, com lamentos à mistura, mas a vida é mesmo assim. Nada se passou que eu não esperasse. Agora, só, mais uma vez, resolvo esqueçer tudo. Ainda podia tentar, mas o impossível foi tão bem expresso, que posso continuar e finalizar a breve história.
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