CÃES DESAPARECIDOS




Desapareceram segunda-feira (19 de Fevereiro) passada entre as 17h30/18 e as 19hH00 do Montijo um Cocker Spaniel dourado (2 anos), Pastora Belga Malinois (2 anos), Pastora Alemã arraçada de Husky.
Tanto a pastora belga como a arraçada pastora alemã têm chip.

A quem os encontrar, por favor contacte-me.

Obrigada pela colaboração

Teresa




TAMBÉM PODEM CONTACTAR-ME QUE EU TRANSMITO À TERESA

Novo semestre

Quase fim de férias. Volta a normalidade. Se é que esta algum dia existiu. À medida que as páginas avançam, as minhas dúvidas vão-se diluindo. Não existe normalidade, nem o seu inverso. Existem normas. Cada um de nós tem a sua norma. É esta que nos rege, que regemos e defendemos. Fica assim a minha mente mais descansada. Pois já suspeitava que assim seria. Mas só o confirmo, em estudos, em teorias que outros me ditam.

Assim, talvez tudo faça sentido. Agora começo a encontrar-lhe algum sentido.

Começo a encontrar-me. Despreocupo-me. Talvez com o agitar dos dias das novas semanas. Os turbilhões me agitem e transtornem. Até lá fico assim. Sentido apenas bem. O que é realmente bom.

Ano Novo Chinês: Macau prepara-se para o Ano do Porco


Macau prepara-se para receber o Ano Lunar do Porco, o último animal do zodíaco chinês que vai reinar por 12 meses a partir de domingo e garantir vários dias de festa na região.
Como é habitual nesta época festiva, a mais importante para as famílias chinesas, as casas são limpas, os móveis velhos trocados e as figuras dos deuses substituídas.
Com três dias de feriado, a população de Macau aproveita a época festiva para se juntar à família no continente chinês, receber amigos nas suas casas, para férias na região ou simplesmente divertir- se no território onde a maior parte do comércio está de portas fechadas.
Esta época constitui para muitos chineses o único período de férias anual, e os pescadores, que raramente se deslocam a terra, dirigem-se ao templo de A-Ma, a sua deusa, para agradecer a protecção recebida e apelar à bondade dos deuses para o novo ano.
No Porto Interior, a concentração de barcos transforma o local numa autêntica cidade flutuante, mas que, de ano para ano, vai perdendo dimensão.
As lojas aproveitam o frenesim da festa para saldar os artigos armazenados e a população sai à rua com vestes novas, um requisito para a boa sorte no ano que terá início.
Com as ruas engalanadas com motivos ligados às tradições do Ano Lunar Chinês a população prepara-se para se dirigir aos templos numa romagem que mistura pequenos e graúdos depois de uma noite à volta da mesa recheada de iguarias próprias da época como o «Nin Kou» (bolo do ano novo chinês), «Chim Tui» (bolo de farinha frito coberto de sésamo), «Kwa Chi» (pevides), «Tong Kam Kat» (tangerina cristalizada) e o «Iao Kok» (fritura em forma triangular).
Cada iguaria contém, porém, a manifestação de um desejo para o ano novo - o «Nin Kou» significa promoção gradual, porque em chinês as palavras bolo e alto têm a mesma pronúncia, «Chim Tui» simboliza que ouro e prata se vão acumular em casa, e «Kwa Chi» está aliado ao desejo de ter um filho varão e de se ganhar mais dinheiro.
«Tong Kam Kat» simboliza o ouro (Kam Chi) e «Ião Kok», devido ao formato dos caracteres idêntico ao de um lingote de prata, está associado à entrada constante de riqueza em casa.
Os novos aterros junto à Torre de Macau, e a estrada marginal da ilha da Taipa foram os locais designados para rebentar os tradicionais panchões - populares cartuchos de pólvora utilizados, segundo a tradição, para afugentar um animal sobrenatural denominado «Shan Xiao», que matava pessoas ou gado nos fins de ano, mas que tinha medo da luz e dos ruídos.
Entre tradições, superstições ou pura curiosidade, a população de Macau, chinesa, portuguesa ou de outras comunidades, associa-se à festa, cumpre rituais como a romagem ao templo de A-Ma, a queima de panchões ou a oferta de «lai-si», envelope vermelho contendo dinheiro, que os homens e mulheres casados oferecem aos solteiros e que os mais pequenos adoram receber depois de cumprimentarem os adultos com votos de Kung Hei Fat Choi ou bom Ano Novo Lunar.
Diz a tradição que a oferta de muitos «lai-si» proporciona riqueza e, por isso, ninguém recusa a oferta na perspectiva de vir a receber mais dinheiro no ano que se inicia.
Os 25 casinos do território abrem as suas portas por três dias aos funcionários públicos - proibidos de jogar no resto do ano - e o magnata do jogo local, Stanley Ho, - um dos três actuais concessionários - junta centenas de personalidades num tradicional jantar que marca a abertura do ano nos casinos macaenses e que desta vez decorrerá no novo hotel/casino Grand Lisboa.
As apostas feitas nos primeiros três dias funcionam também como um teste à sorte e por isso torna-se imprescindível sair vencedor, mesmo que a quantia ganha não seja muito elevada.

Diario Digital

Hoje quem escreve é Kyo-sa-nim.
É na noite
que o guerreiro volta.
A luz na espada.
Cavalgando
na cauda de cometas
trás a verdade
no olhar
na revolta do
mar
Azul de céu
de brancas
espumas
É na noite
que o guerreiro
se chama
em chamas
enxames de abelhas
É na noite
que o guerreiro
te agarra
larga a espada na areia
e transforma-te em castelo.
Em princesa ao Mal
resgatada.
É na espada, na noite
do guerreiro.
perdido
em ti. Por ti.

... para balanço


Não. Não fechei para balanço. Estou a tomar balanço....
Bem na verdade estou a tomar um cafézinho. E por falar em balanços, poderia fazer um sobre o 1º semestre, mas o post ficaria vazio. Sendo assim...
:))))

Crazy

Fases

As gaivotas brilhantes
céu rasgado
num êxtase quase
sinfónico.
O cais
no mesmo rio
hoje riu-me
a folha cai
no jardim
Um tabaco que se fuma
doce
anjo que guarda
aguardo
é a asa
diferente
que pena não tem
que pena não corre
Voa
Que a Lisboa já te espera
no vai vem urbano
dos corpos exaustos

da árvore roxa
aflita
onde já se viu?
Já não me trocas
as voltas
nas voltas ao virar
da esquina.
agora já envoltas em vácuo.
agora nós
nossos
num mergulho vertiginoso
num mar derramado
no espasmo do ser.
de seres em mim.
estares.
ébria mistura esta
que entontece e mata
a sede.
Quero lá saber de desertos.
de mescalinas de oásis.
meu escorpião de prata.
mata o vetusto tempo
escorpião de asa vermelha
como eu
quando nós


é o frio
o culpado do silêncio
rouba-te o som
mas não há silêncio
algum
pequena folha na
febre do vento
rouco
suavemente rouco
pequena folha
de verde vestida
como poderia
não gostar
da cor?


Como se hoje fosse eu
o anjo
guardo-te
no descanso poupo-te
a palavra
que não a tens
como se hoje fosse
um anjo desajeitado
invento da asa
uma folha
pairando em
ti